Paciente que testou positivo para coronavírus no DF está em 'estado grave' respira com ajuda de apar


Paciente que testou positivo para coronavírus no DF está em 'estado grave' e respira com ajuda de aparelhos


A mulher de 52 anos que testou positivo para o novo coronavírus no Distrito Federal está em estado grave e respira com a ajuda de aparelhos. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) em boletim divulgado no início da tarde deste sábado (7).

Segundo a pasta, a paciente apresenta "síndrome respiratória aguda severa, em função de doença crônica preexistente". Ela está isolada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), unidade de referência para casos suspeitos do vírus na capital.


O resultado da contraprova que vai confirmar se a mulher foi infectada com o Covid-19 ainda não foi divulgado. De acordo com a SES-DF, o exame está sendo feito pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. O material foi enviado à instituição na sexta-feira (6).


A pasta não informou qual é a doença preexistente que agravou o quadro de saúde da mulher. Segundo a secretaria, "a paciente está sob cuidados intensivos da equipe multidisciplinar, enquanto se aguarda resultado da contraprova das amostras encaminhadas para laboratório de referência, de acordo com as normas técnicas recomendadas pelo Ministério da Saúde".


A mulher de 52 anos foi internada em um hospital particular na quarta-feira (4) e o primeiro teste feito no local indicou o Covid-19. Ao procurar a unidade de saúde, ela apresentava sintomas como febre, tosse e secreções. Na madrugada de sexta, ela foi transferida para o Hran.

A paciente esteve na Inglaterra e na Suíça no mês passado e chegou à capital no dia 26 de fevereiro, já com sintomas. Antes de pousar em Brasília, a mulher fez uma parada em São Paulo.


Segundo a Secretaria de Saúde, ela não usou máscaras durantes os voos. Os passageiros que sentaram nas fileiras próximas a ela serão monitorados.

Duas pessoas que tiveram contato direto com a mulher já estão sendo acompanhadas mas, segundo a pasta, não são consideradas casos suspeitos.