Covid-19: depois de duas semanas, doses da AstraZeneca voltam a ser entregues

Depois de ficar duas semanas sem fazer entregas da vacina contra a Covid-19 ao Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) voltou a enviar, ontem, doses do imunizante da AstraZeneca ao governo federal. Foram liberadas 1,7 milhão de doses, e outras unidades ainda devem ser entregues nesta semana. Dessa forma, a expectativa é de que se retome a conclusão da imunização de pessoas que foram aos postos de saúde procurar a segunda dose da vacina produzida pela Fiocruz, mas não a encontraram.



Ministério da Saúde também começa a distribuir hoje, para os estados, a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 para idosos e imunossuprimidos. Apesar de, oficialmente, a campanha começar hoje, a confusão sobre a aplicação já foi criada, uma vez que alguns estados e municípios começaram, por conta própria, a aplicar a dose extra em idosos. Ao menos 20 capitais do país já deram início à nova etapa de vacinação.


Na maioria dos locais, a terceira dose se destina às pessoas imunossuprimidas que tomaram a segunda dose (ou dose única) há, pelo menos, 28 dias, além dos idosos acima de 70 anos que completaram o esquema vacinal há mais de seis meses, de acordo com o Ministério da Saúde.


Na cidade de São Paulo, a imunização com a dose de reforço começou em 8 de setembro. Desde então, a população tem recebido a vacina que está disponível, sendo, muitas vezes, a CoronaVac, segundo a prefeitura. A prática tem ido contra a recomendação do ministério, de utilizar, preferencialmente, a vacina da Pfizer, a da AstraZeneca e a da Janssen.

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