Caso Heloysa: reprodução simulada tenta descobrir de onde partiu tiro que matou menina em Porto de G


Mais de quarenta dias após o assassinato de uma criança de 6 anos, em um a ação da Polícia Militar, em Porto de Galinhas, em Ipojuca, no Grande Recife, a Polícia Civil realiza, nesta quinta (12), uma reprodução simulada do caso. Com esse procedimento, os peritos do Instituto de Criminalística (IC) pretendem esclarecer de onde partiu o tiro que matou Heloysa Gabrielly.



A menina morreu no dia 30 de março deste ano, na frente da casa da avó, quando estava brincando. No momento do disparo, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizava uma operação na comunidade de Salinas.


Desde o dia da morte, os moradores afirmam que a polícia “chegou atirando”. O governo sustenta a versão de que houve “um tiroteio” com suspeitos de tráfico de drogas. Até agora, ninguém foi preso.

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